O ÚLTIMO OLHAR
Agripina, agressão tem limite! Sabia que quando lembroDo negrume dos teus olhosNos olhos desse ENERGÚMENOTenho vontade de me matar?
Mas mato essa vontade com versosAlguns tão violentosQue nem esse vilãoEm vão conseguirá vilipendiarEste poema ou este poeta
Porém decidiSe eu decidirMe suicidarNão será por enforcamento
Não quero ficar feioNa minha última fotoQuem sabe conseguireiPela última vezAtrair seu olhar
S. Paulo, 22/09/2026www.cordeiropoeta.com.br