

AS MÃOS QUE ME RESTAM
Minhas mãos inábeis, cansadas Mas tantas coisas Calçaram tantas luvas: E tiveram momentos Glória a DEUS! Não tiveram a trajetória das mãos De D. BERNARDINA, a mamãe
Também nunca pegaram Não eram hábeis Mas seguram com amor Gesto esse Eu não me seguro Choro, às vezes, de saudade Saudade de não ter segurado Mas tenho a felicidade Que estão segurando S. Paulo, 02/06/2026
CORDEIRO de ITIÚBA
Enviado por CORDEIRO de ITIÚBA em 02/07/2026
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